Fundo bilionário sem atividade
Na prática, as atividades do Fundo Amazônia estão paralisadas neste ano após o Ministério do Meio Ambiente brasileiro decidir mudar a composição do comitê que integra o Fundo e o destino dos repasses.
O Fundo Amazônia, que já captou R$ 3 bilhões em doações, financia projetos de estados, municípios e da iniciativa privada para o desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal. Noruega e Alemanha contribuem juntas para mais de 90% do total do fundo, que é administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O impasse sobre o futuro do Fundo se tornou público em maio, quando Ricardo Salles, titular do Ministério do Meio Ambiente, anunciou a intenção de alterar seu funcionamento e destinar recursos para indenizar proprietários de terras. Ele também disse haver indícios de irregularidades.
Os principais países doadores do fundo disseram, à época, que estavam satisfeitos com a gestão dele e com os resultados obtidos, e ressaltaram que não foram encontradas irregularidades nas auditorias já realizadas.
O ministro do Clima e Meio Ambiente norueguês também afirmou na entrevista que aguarda que o Brasil faça novas propostas para a continuidade do fundo, mas que os diálogos que ocorreram até agora não chegaram a nenhum lugar. Além disso, cobrou posicionamento contra o desmatamento.
"Não tivemos nenhum sinal de novas propostas. Também dependemos de um governo no Brasil que siga uma política contra o desmatamento", afirmou Elvestuen ao DN.
Fundo bilionário sem atividade
Na prática, as atividades do Fundo Amazônia estão paralisadas neste ano após o Ministério do Meio Ambiente brasileiro decidir mudar a composição do comitê que integra o Fundo e o destino dos repasses.
O Fundo Amazônia, que já captou R$ 3 bilhões em doações, financia projetos de estados, municípios e da iniciativa privada para o desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal. Noruega e Alemanha contribuem juntas para mais de 90% do total do fundo, que é administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Quase 60% dos recursos destinados a instituições do governo. Entre as entidades públicas, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) é a instituição federal que mais recebe dinheiro para um único projeto: são R$ 140,26 milhões, aplicados em atividades de fiscalização na Amazônia Legal.
Nenhum projeto foi aprovado para financiamento neste ano. No mesmo período do ano passado, quatro haviam sido aprovados. Ao todo, 11 propostas foram apoiadas em 2018, com investimento total de R$ 191,19 milhões.
O impasse sobre o futuro do Fundo se tornou público em maio, quando Ricardo Salles, titular do Ministério do Meio Ambiente, anunciou a intenção de alterar seu funcionamento e destinar recursos para indenizar proprietários de terras. Ele também disse haver indícios de irregularidades.
Os principais países doadores do fundo disseram, à época, que estavam satisfeitos com a gestão dele e com os resultados obtidos, e ressaltaram que não foram encontradas irregularidades nas auditorias já realizadas.
O ministro do Clima e Meio Ambiente norueguês também afirmou na entrevista que aguarda que o Brasil faça novas propostas para a continuidade do fundo, mas que os diálogos que ocorreram até agora não chegaram a nenhum lugar. Além disso, cobrou posicionamento contra o desmatamento.
"Não tivemos nenhum sinal de novas propostas. Também dependemos de um governo no Brasil que siga uma política contra o desmatamento", afirmou Elvestuen ao DN.
[FONTE G1]
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